quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

Um Homem na Cidade



Para ouvirem e deleitarem-se.

É só ir ao myspace do Rogério Godinho e ouvir "Um Homem na Cidade".

terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

Off

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

Jazz no Ateneu


Com a presença do grande Rogério Godinho, que irá cantar duas músicas!!!

Clicar na imagem para aumentá-la e ver o convite.

terça-feira, 22 de janeiro de 2008

Cazuza

Pra qualquer um na rua beija-flor.
Muito bom.
Mais 80's...

Doce

Isto é um verdadeiro regresso ao passado.
E o que eu gostava das Doce?
É demaaaaais!

quinta-feira, 29 de novembro de 2007

2ª Petição: Massacre de Lisboa, em 1506.



Esta segunda petição, também relacionada com um caso de violação de direitos humanos, embora já acontecido no século XVI, serve para que não nos esqueçamos que o que aconteceu no passado se pode repetir no presente (e repetiu mesmo).

Pela criação de um Memorial às Vítimas da Intolerância

A 19, 20 e 21 de Abril de 1506, Lisboa foi palco do mais dramático e sanguinário episódio antijudaico de todos os que são conhecidos no nosso território, quando, por mera suspeita de professarem o judaísmo, foram barbaramente assassinados e queimados cerca de dois mil lisboetas.

Os acontecimentos tiveram início junto ao Convento de São Domingos (actual Largo de São Domingos) e culminaram em duas enormes fogueiras, no Rossio e na Ribeira, onde os crimes foram perpetrados.


Recentemente, um grupo de vereadores da C.M. de Lisboa avançou com a proposta de instalar na cidade, precisamente no Largo de S.Domingos, um «Memorial às Vítimas da Intolerância», monumento que seria evocativo do massacre de 1506, bem como de "todas as vítimas que sofreram a discriminação e o aviltamento pessoal pelas suas origens, convicções ou ideias".

A deliberação final sobre essa proposta tinha sido inicialmente agendada para 31 de Outubro passado mas foi entretanto adiada «sine die», pelo que o Memorial a que ela se refere poderá mesmo não vir a ser edificado de todo.

Entendendo que se trata de uma iniciativa de grande alcance simbólico e que só peca por ser tardia, já que Abril de 2006, 500 anos decorridos sobre o acontecimento, teria sido a data ideal para o assinalar, foi disponibilizada na Internet a petição que aqui vos convido a subscrever.

Subscrever a petição

1ª Petição: Eng.ª Ana Sardinha

Acho importante divulgar duas petições que estão a decorrer, ligadas com casos de direitos humanos.

A primeira, diz respeito a Ana Sardinha, cidadã brasileira, engenheira civil de 38 anos. De modo muito resumido, esta senhora e o seu filho viajaram para Portugal, com passaportes e bilhete de ida e volta, para passarem em Portugal um mês. Ana Sardinha vinha a convite do namorado, Nuno Guilherme, ex-jogador de futebol do Benfica, na casa de quem iriam ficar.

No entanto, acabou por perceber que o relacionamento não poderia continuar, porque Nuno Guilherme não revelou carinho pelo seu filho, Guilherme. Resolve sair da residência sita em Alenquer, nas vésperas do seu retorno, e hospedar-se com seu filho num hotel em Lisboa, tempo suficiente para aguardar o voo internacional de volta ao Brasil.

Persuadida para tentar reatar o relacionamento, transferiu a data da viagem para o dia 5 de Julho de 2007. Neste dia, horas antes da partida, Leonardo passou a apresentar quadro convulsivo, sendo acudido por Ana Virgínia que, sozinha e sem a presença de pessoas conhecidas para ajudar, tentou prestar ao filho os primeiros socorros. Ao pedir ajuda a Nuno Guilherme, por telefone, presenciou a morte do seu único filho, sem conseguir ajudá-lo. Em desespero, tentou o suicídio, ficando em estado comatoso e de total desequilíbrio emocional.

O infortúnio que ceifou a vida de Leonardo ocorreu quando Ana Virgínia ministrou ao seu filho o remédio, diário e usual prescrito por uma médica neurologista brasileira, como tratamento para combater a enfermidade Convulsão Benigna da Infância, diagnosticada há um ano pela família.

A 5 de Julho de 2007, Ana Virginia após receber os primeiros socorros, ficou privada de sua liberdade, sendo decretada a sua prisão cautelar, sendo acusada de prática de homicídio qualificado, contra o seu próprio filho.

Na prisão de Tires, foi violentamente agredida pelas outras presas e encontra-se agora no Hospital Prisional São João de Deus, em Caxias.

Segundo as informações que constam no site brasileiro www.anavirginiasardinha.com.br, criado especificamente para divulgar este caso:
"Ana Virgínia foi mantida presa e incomunicável sem qualquer acusação formal. Em Portugal, nas férias forenses nada funciona, sem haver qualquer juiz ou promotor plantonista para conduzir o caso de Ana Virgínia vigorando ainda o sigilo processual que não permite acesso aos autos, nem por parte do advogado particular e credenciado pela OAP, constituído pela família. Até a presente data, o resultado de perícia médica realizada em Leonardo Brittes, ainda não foi divulgado, laudo este que não tem previsão de ser concluído". Ainda segundo a mesma fonte, "Neste mesmo hospital, diuturnamente sofreu tortura psicológica quando foi ameaçada de retornar ao mesmo Estabelecimento Prisional de Tires onde sofrera o atentado e que, necessariamente, já se prevê um revide" e "O Estabelecimento Prisional através de sua direção, escondeu o ocorrido, não comunicando o fato de tamanha gravidade sequer ao próprio advogado de Ana Virginia. A família teve ciência através de um telefonema desesperador dela mesma, somente uma semana depois do ataque sofrido e após recobrar a consciência".

Acho importante dizer que acredito que este caso tanto poderia ter acontecido com uma cidadã barsileira, como com outro cidadão de qualquer país, tal como o nosso próprio. Não podemos é fechar os olhos e cruzar os braços.

O António Serzedelo, editor do programa de rádio no qual participo, visitou-a na cadeia e aqui fica o seu "relatório":

Esta é a petição, que poderão assinar.